Crea-SE e Tribunal de Contas do Estado reafirmam parceria na fiscalização de obras públicas

Pres. do TCE-SE, conselheiro Ulices Andrade e o Pres. do Crea-SE, Arício Resende

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe (Crea-SE), engenheiro agrônomo Aricio Resende Silva e o  presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), conselheiro Ulices Andrade reafirmaram a continuidade do Termo de Cooperação Técnica assinado pelos órgãos no ano de 2015. A ação fortalece a parceria para fiscalização da regularidade de projetos e obras públicas executadas pelo Estado e municípios sergipanos.

O engenheiro Arício Resende destacou a importância dessa colaboração mútua. “Iniciamos essa parceria e fizemos várias tratativas em termos de fiscalizações, mas é preciso que a gente dê continuidade porque a cada dia novas obras são lançadas e temos que fazer esse acompanhamento do ponto de vista do profissional e da sua atividade”, afirma ele ao reforçar que a  parceria tem como objetivo a troca de informações sobre as obras e serviços públicos executados no Estado de Sergipe, a fim de permitir a identificação da regularidade na elaboração dos projetos, orçamentos, execuções de obras, fiscalização ou prestações de serviços que envolvam as áreas de Engenharia, Agronomia e atividades afins e correlatas, em que seja uma das partes as unidades jurisdicionadas pelo TCE/SE.

O encontro que ocorreu na sede do Tribunal de Contas também contou com a participação da coordenadora de Engenharia do TCE, engenheira civil, Josele Ferreira e da conselheira, Suzana Azevedo.

                                                                                                 

Hotel Palace

Outro enfoque da visita esteve na temática dos prédios públicos abandonados. Nesse contexto, o presidente do Crea-SE descreveu de forma detalhada para o conselheiro-presidente o estado de abandono em que se encontra o Hotel Palace, localizado no centro de Aracaju. Na manhã da última sexta-feira, 11, o juiz Marcos de Oliveira Pinto, da 12ª Vara Cível de Aracaju, determinou a interdição imediata do prédio.

“É um estado terminal porque não existe  alternativa; o prédio não pode continuar oferecendo perigo à sociedade; é um edifício desprotegido e os órgãos públicos têm que tomar as providências; tem que ser dado um destino final”, alertou Arício Resende.

De acordo com o presidente do Crea-SE, além da questão estrutural, o prédio inaugurado em 1962 traz riscos ainda relacionados às instalações elétricas: “é um perigo ainda maior; não existe nenhuma técnica, recomendação, dentro das conformidades profissionais, que assegurem à população esse serviço”, disse ele ao ressaltar que até o fim deste mês, o Crea-SE entregará ao Ministério Público o laudo técnico, resultado da inspeção realizada no antigo prédio do Hotel Pálace.

c/ informações da Ascom-TCE-SE

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