Crea-SE e Defesa Civil de Aracaju firmam parceria para realização de ações fiscalizatórias

Ato de assinatura do Termo de Cooperação entre o Crea-SE e a Defesa Civil de Aracaju

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe (Crea-SE) e a Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania/ Defesa Civil de Aracaju reforçaram a parceria com a assinatura do  Termo de Cooperação Técnica. A celebração do Termo, com foco na manutenção de obras públicas e privadas  tem por objetivo promover ações de fiscalização em shopping centers; hospitais; escolas; hotéis; condomínios; prédios abandonados e quaisquer imóveis que representem potencial de risco a saúde e a integridade humana. A iniciativa também visa ampliar e fortalecer a fiscalização em estruturas de eventos festivos de aglomeração pública.

O Termo foi assinado pelo presidente do Crea-SE, Arício Resende Silva e pelo coordenador da

Crea-SE e Defesa Civil: parceria em defesa da sociedade

Defesa Civil, o engenheiro civil, Sílvio Leonardo Vieira Prado que no evento representou o secretário municipal da Defesa Social e da Cidadania, Luiz Fernando Silveira de Almeida. “O acordo reforça e estreita a parceria já existente. Vamos ampliar as ações, por meio de vistorias; inspeções prediais e fiscalização nas mais diversas áreas, inclusive na área ambiental”, disse.

 O presidente do Crea destaca ainda que o propósito é garantir à sociedade,  segurança de modo que os serviços de manutenção e projetos  sejam realizados por profissionais habilitados com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). “Nas ações vamos atuar no sentido de promover a conscientização da importância de profissionais habilitados na prestação de serviços e na execução de obras relacionadas à Engenharia e a Agronomia, observados os princípios técnicos, éticos, econômicos, tecnológicos, sociais e ambientais”, destaca Arício Resende.

Para o coordenador da Defesa Civil de Aracaju, Major Silvio Prado, o Termo aumenta ainda mais a capacidade técnica do órgão, em situações de eventos adversos.  “A Defesa Civil, apesar de ter uma estrutura com profissionais capacitados, precisa ampliar o conhecimento, pois, em caso de desastre, a quantidade de ocorrência aumenta e a gente não consegue atender toda a demanda de uma vez só. Às vezes, precisamos também atender demandas  que exigem conhecimento técnico em diversas áreas” colocou.

O major aproveitou e destacou as contribuições que o termo vai gerar. “Vamos escolher edificações com maior probabilidade de desastres ou colapsos parciais. Faremos fiscalização integrada em estruturas montadas para eventos provisórios, a exemplo de shows, com grande aglomeração de público. Vamos também formar um núcleo de defesa civil formado por voluntários do Conselho Regional de Engenharia. Esses membros do Conselho vão passar por formação para saber como proceder em casos de desastre”, explicou.

Texto: Iris Valéria de Azevedo

 

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